Depoimentos

Este espaço é seu, envie o seu depoimento, você não esta só neste universo do TP, compartilhe o seu momento com as outras pessoas, nesta pagina você vê que outros também tem e sabem oque você tem passado ou já passou, e muitos não podem falar sobre o assunto com seu familiares, pois as vezes eles não entendem, então compartilhe conosco.

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Agradeço a todos que nos tem enviado o seu comentário e ou questionamento, e peço desculpas por não ter respondido  a todos ainda, mas em breve isto será feito com todo prazer.


13.378 Respostas to “Depoimentos”

  1. CRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwegwefwCRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwefCRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  2. CRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewffwewefCRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
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  3. CRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewwewffweweCRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwweCRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
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  4. CRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwegwegwegCRIAR RACISMO: TRAIÇÃO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    O racismo está vivo hoje?

    Nos Estados Unidos, as crianças afro–americanas e hispânicas em bairros predominantemente brancos são classificadas como “com deficiência de aprendizagem” com mais frequência do que os brancos. Isto leva a milhões de crianças de minorias a ser laçadas por medicamentos prescritos que alteram a mente — alguns mais potentes do que a cocaína — para “tratar” este “transtorno mental”. E ainda, com a instrução de leitura anterior, o número de alunos assim classificados poderá ser reduzido até 70%.

    Afro–americanos e hispânicos também representam significativamente a maioria nas prisões dos EUA.

    Na Grã–Bretanha, é mais provável que os homens negros sejam dez vezes mais diagnosticados como “esquizofrénicos” do que os brancos, e é mais provável que lhes sejam prescritas e dadas doses mais elevadas de poderosas drogas psicotrópicas (que alteram a mente). Também é mais provável que eles recebam o tratamento de electrochoque (acima de 400 volts de eletricidade enviada ao cérebro, queimando–o por dentro, para controlar ou alterar o comportamento de uma pessoa) e estão sujeitos às restrições físicas e químicas.

    Em todo o mundo, grupos de minoria racial continuam a estar sob ataque. Os efeitos são evidentes: pobreza, famílias desagregadas, juventude arruinada e até mesmo genocídio (destruição deliberada de uma raça ou cultura). Não importa quão altas e sinceras sejam as alegações ou esforços dos nossos líderes religiosos, dos nossos políticos e dos nossos professores, o racismo só parece persistir.

    Sim, o racismo persiste. Mas porquê? Ao invés de lutar em vão com a resposta a esta questão, há uma pergunta melhor a fazer. Quem?

    A verdade é que não vamos entender completamente o racismo até que reconheçamos que dois grandes grupos insuspeitos estão ativa e aparentemente a promover o racismo em todo o mundo. O legado destes grupos inclui tais tragédias de grande escala como o Holocausto nazista, o apartheid na África do Sul e, hoje, a incapacitação generalizada de milhões de crianças em idade escolar com drogas prejudiciais que causam dependência. Estes grupos são a psiquiatria e a psicologia.

    Em 1983, um relatório da Organização Mundial da Saúde declarou que “… em nenhum outro campo médico na África do Sul existe desprezo maior da pessoa, cultivado pelo racismo, mais concisamente retratado do que na psiquiatria.”

    O Professor de Psiquiatria Comunitária, Dr. S. P. Sashidharan, declarou: “A psiquiatria aproxima–se mais à polícia em busca de práticas e procedimentos que discriminam minorias étnicas no Reino Unido.”

    A Dra. Karen Wren e o Professor Paul Boyle, da Universidade de St. Andrews, na Escócia, concluiram que o papel do racismo científico na psiquiatria em toda a Europa está bem estabelecido historicamente e continua até hoje.

    Desde 1969, a CCHR tem trabalhado no campo dos direitos humanos e da reforma da saúde mental e investigou a influência racista das profissões de “saúde mental” sobre o Holocausto nazista, o apartheid, o ataque às culturas dos povos aborígenes australianos, maoris da Nova Zelândia e índios americanos, e a atual discriminação contra os negros em todo o mundo.

    Até à data, as ideologias racistas da psiquiatria e psicologia continuam a acender as fogueiras do racismo a nível local e internacional.

    Este relatório destina–se a aumentar a consciência das pessoas sobre essa influência nociva. O racismo não só pode ser derrotado, mas deve ser, se o homem quiser viver numa verdadeira harmonia.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente,
    Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  5. Sinto um medo horrível, muita DIARRÉIA sensação de algo sempre vai acontecer dor de barriga coração acelerado, dores nas costas medo de dormir da noite, dor do lado esquerdo do peito, dor de cabeça dor nas costas , dor nas pernas não consigo dormir.e horrível.

  6. grupo lindo no watts pessoas melhorando saindo do poço me addddddddddd 8694477560 vão melhorar muito

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