Depoimentos

Este espaço é seu, envie o seu depoimento, você não esta só neste universo do TP, compartilhe o seu momento com as outras pessoas, nesta pagina você vê que outros também tem e sabem oque você tem passado ou já passou, e muitos não podem falar sobre o assunto com seu familiares, pois as vezes eles não entendem, então compartilhe conosco.

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Agradeço a todos que nos tem enviado o seu comentário e ou questionamento, e peço desculpas por não ter respondido  a todos ainda, mas em breve isto será feito com todo prazer.


13.321 Respostas to “Depoimentos”

  1. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalegwwegwegwegA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  2. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewfwwefA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  3. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalweeegwegwegA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  4. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalegegwwegweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  5. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalegwewegweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  6. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalegwegwegegwA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  7. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewgweewgA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  8. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalweewegwegwegA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  9. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionaluytuuurtA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  10. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalrhrhehrerrehrgA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  11. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃOfd
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwerggeeeweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  12. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwsewgweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  13. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalegegewA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  14. Estou fazendo tratamento do panico com neurologista e eficente igual psiquiatra ou nao.estou tomando apraz0,5mg e paroxetina de 20mg,a2meses.agora. aumentou pra 30mg paroxetina.e mais um mes de apraz pq quer tirar o apraz,.tomo os dois a noite.estou melhor.so q de uma semana pra ca.estou com uma fome incontrolavel me ajudem eu faço dieta o q devo fazer.obrigada aguardo respostas.abraços a tds.

  15. Gente, preciso de ajuda …
    Me sinto tão mal, tenho crises diariamente o medico me receitou remédios e eu não tomo com medo de passar mal, leio bulas e fico mais paranóica ainda …
    Alguém já tomou Paxil e Zolpidem?

  16. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalegewgwegA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  17. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalevevwevA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  18. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewegweggewwsdA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  19. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewggegwewegA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  20. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalsdrgrgerA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  21. vfweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalrwgwerA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  22. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
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    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  23. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalebwgewwgeewgA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  24. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalegeewA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  25. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewfwefweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  26. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwggwweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  27. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewewerfasdfasA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  28. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewfgewfwA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  29. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewegwegA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  30. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalrhrheerherA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  31. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewefeA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  32. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalefweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  33. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalevwwevwevA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
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  34. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbagngfndos de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalrherhertgerA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  35. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalgwegweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  36. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalippuipuiuiA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  37. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalgeweweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  38. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalfgeegweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  39. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalcssdA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  40. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionaldbbfdfA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  41. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalnweweweA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  42. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionaldfssdsdvA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  43. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwewevwevA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam estfhdfha publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
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  44. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalevffwwfeA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  45. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalgwwwerweggewA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  46. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalewfwefwefewfA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  47. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalvewwevevA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  48. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalwgewegwegA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos Internacional

  49. A RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
    dos Cidadãos para os Direitos Humanos InternacionalESFEEFA RUÍNA DA COMUNIDADE — CUIDADO COERCIVO DA PSIQUIATRIA
    INTRODUÇÃO
    Com o crescimento rápido dos programas governamentais de “Saúde Mental Comunitária” para indivíduos mentalmente perturbados de maneira severa agora custam mil milhões de dólares, como é que a saúde mental se está a dar hoje nas nossas comunidades?

    A Comissão de Saúde Mental da Nova Liberdade dos EUA publicou um relatório que afirmava: “Tratamentos vitais de última geração eficazes para o cuidado e qualidade de recuperação, estão disponíveis para a maioria das doenças mentais graves e distúrbios emocionais sérios”. Ênfase adicionada

    Para aquelas pessoas que sabem pouco sobre a psiquiatria e a Saúde Mental Comunitária, esta parece ser uma grande notícia. No entanto, exatamente o que é que são esses “tratamentos” vitais?

    Eles envolvem principalmente uma prescrição automática individual de drogas chamadas neurolépticas (do grego, significando “nervo preso”, é um reflexo de como as drogas agem como uma lobotomia química).

    O custo dos neurolépticos para o tratamento dos chamados pacientes esquizofrénicos por todo os Estados Unidos em 10 milhões de dólares (€ 8,2 milhões) por dia. O tratamento é geralmente vitalício.

    Então, novamente, o que é que devemos pagar por qualidade de cuidados, para recuperação, para a oportunidade de trazer essas pessoas de volta à vida produtiva?

    De acordo com várias experiências de investigação não–psiquiátricas e independentes, a resposta a essa pergunta é “Não muito”. Cuidados de qualidade, resultando em recuperação e reintegração pode ser muito barato, bem como rápida, permanente e, mais significativamente, livre de drogas.

    Num estudo de oito anos, a Organização Mundial de Saúde concluiu que pacientes com transtornos mentais graves em três países economicamente desfavorecidos, cujo tratamento não planea incluir uma forte dependência de drogas, Índia, Nigéria e Colômbia, encontrou que os pacientes estavam muito melhores do que os seus semelhantes nos Estados Unidos e quatro outros países desenvolvidos. Um estudo de seguimento chegou a uma conclusão similar.

    Nos Estados Unidos, na década de 70, a experiência do falecido Dr. Loren Mosher da Soteria House foi baseado na ideia de que a “esquizofrenia” pode ser superada sem as drogas. Os clientes da Soteria que não receberam neurolépticos realmente estavam melhor, comparados com os indivíduos que recebiam tratamento com drogas controladas. Pesquisadores suíços, suecos e finlandeses têm replicado e validado a experiência e estão a usar isto ainda hoje.

    Em Itália o Dr. Georgio Antonucci tirou os equipamentos de algumas das alas psiquiátricas mais opressivas ao tratar os pacientes severamente perturbados com compaixão, respeito e sem drogas. Em poucos meses, as alas mais violentas tornaram–se mais tranquilas.

    O que é que tudo isto significa?

    Como qualquer cientista físico que se preze vai dizer, uma teoria só é boa enquanto funcione. Ele sabe que quando encontra factos que não se encaixam na teoria, ele deve continuar a investigar e modificar ou descartar a teoria baseada na descoberta da evidência real.

    Por muitos anos, a psiquiatria tem promovido a sua teoria de que o único “tratamento” para “doenças” mentais graves é com drogas neurolépticas. No entanto, essa ideia tem falhas. A verdade é que não é só o drogar de pacientes mentalmente perturbados gravemente desnecessário e caro, mas também causa efeitos colaterais prejudiciais à vida e ao cérebro.

    Este relatório expõe as falhas nos argumentos da psiquiatria — a sua fraude, mentiras e outros enganos. O saber esta informação torna muito fácil ver porque os psiquiatras atacariam qualquer alternativa e melhor solução para os problemas de perturbação mental grave.

    Pois a verdade é que não estamos a lidar apenas com uma falta de habilidade ou método científico, ou mesmo com uma quase–ciência. Aparentemente declarações benignas, tais como “Há evidências científicas claras de que novas classes de medicamentos podem tratar melhor os sintomas da esquizofrenia e depressão com muito menos efeitos colaterais”, não são apoiados por provas e constituem verdadeiras fraudes médicas.

    A abordagem da psiquiatria ao tratamento daquelas pessoas mentalmente perturbadas de maneira grave — “baseada em evidências”, “científico” e a espinha dorsal operacional da comunidade de ciências da saúde mental e outros programas psiquiátricos — é uma má ciência e um remédio ruim, mas é um negócio muito bom para a psiquiatria.

    A simples verdade é que existem alternativas viáveis para os tratamentos prejudiciais da psiquiatria para a mente, cérebro e corpo. Com a psiquiatria, agora a exigir rastreio de doença mental para crianças e adultos em todos os lugares, pedimos a todos que têm interesse em preservar a saúde mental, a saúde física e a liberdade das suas famílias, comunidades e nações, para que leiam esta publicação. Algo deve ser feito para estabelecer uma verdadeira ajuda para aqueles que dela necessitam.

    Sinceramente,

    Jan Eastgate,
    Presidente Comissão
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